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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Câncer de Pele


Semana passada a Sociedade Brasileira de Dermatologia fez uma campanha para detectar o Câncer de Pele em várias cidades do país. Doença mais comum do que a gente pensa, principalmente por termos praticamente, aqui no Nordeste, verão o ano inteiro.

Os dermatologistas reforçam constantemente que 'faça chuva ou faça sol' devemos utilizar o protetor solar diariamente e reaplicá-lo ao longo do dia.

A Doença:
O melanoma cutâneo é um tipo de câncer de pele que tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e tem predominância em adultos brancos. Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a 25% de todos os tumores malignos registrados no País, o melanoma representa apenas 4% das neoplasias malignas do órgão, apesar de ser o mais grave devido à sua alta possibilidade de metástase. 

Sintomas:
O melanoma pode surgir a partir da pele normal ou de uma lesão pigmentada. A manifestação da doença na pele normal se dá após o aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares acompanhada de coceira e descamação.

Em casos de uma lesão pigmentada pré-existente ocorre aumento no tamanho, alteração na coloração e na forma da lesão, que passa a apresentar bordas irregulares. 

Prevenção:
Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido, evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios são mais intensos, uma vez que o maior fator de risco para o seu surgimento é a sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento). Mesmo em outros períodos recomenda-se a utilização de proteção como chapéu, guarda-sol, óculos escuros e filtros solares com fator de proteção 15 ou superior.

Outros fatores de risco são: a pele clara, a exposição excessiva ao sol, a história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas).
Fonte: INCA.

Prevenir é melhor do que Remediar, por isso não saia de casa sem aplicação de um protetor solar. E vendo algum sinal diferente na pele procure um dermatologista.

Nada de passar horas e horas sob o sol sem proteção. Se for necessário o uso de um chapéu também é válido.


Um comentário:

  1. Oi Josy,
    Eu cuido bastante, uso protetor no rosto diariamente.
    Beijos

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